Mostrando postagens com marcador poema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poema. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 24 de março de 2008

Soneto do Errante Amante

Posted in , , , by Bruno Marconi da Costa | Edit
Longe, eu lhe encontro, tão distante...
Você, vendo que ainda me levanto!
Não desmanche o coração com tal espanto;
Se me tornarei, por ti, alma errante.

Quantos arpejos, não sabes quanto!
A cada nota que minha voz cante:
Melodia um tanto arrepiante,
Espalharia todas com meu canto!

Saibas que como a neve me derreto,
Que como a rocha, sofro a erosão,
e minha música se torna soneto.

E quando puder cantar minha canção
Som tão ritmado e tão inquieto
Em seus braços, encontrarei salvação.
domingo, 2 de março de 2008

Anti-ode à juventude da primeira década do século XXI

Posted in , by Bruno Marconi da Costa | Edit
É insuportável, invariável
É vagamente incompreensível
Estando em frente ao inabalável
Rock'n Roll ao som de conversível.

Afogada em toda incompletude
Na corrente da futilidade
Esperando que o mundo mude
Escutando música toda tarde!

Tosca essa nossa juventude
Não se espelha nos ídolos de 70
Discutindo em tudo se ilude
Apontando o que não experimenta.

Uma Juventude multifacetada
Mesmo dentro dos grupos não tem igual
Modelo ou pseudo-intelectual
Lendo romances de Capa e Espada

Dificil unificar os jovens
Mesmo sendo sendo da mesma idade:
Dos adultos, querem os bens
Das crianças, responsabilidade.